BLUE IS THE WARMEST COLOR

 

É uma aventura. Mesmo que seja temporariamente, não há nada que saiba tão bem como correr riscos.

Pelo menos, não passamos o resto da vida a perguntar: “e se?”. Se o arrependimento chegar, pelo menos chega com a certeza apaziguante de que responder a impulsos compensa, mais que não seja pelo rasgo de coragem. Sim, mesmo no que toca ao cabelo.

Porque o cabelo é um dos pontos mais sensíveis do visual feminino. Quando encontramos o nosso corte, a nossa cor, a nossa zona de conforto, é difícil abandoná-los por um desconhecido que pode comprometer toda a forma como somos percebidas.

Só que arriscar é bom. Faz bem. Mesmo que pareça uma loucura. Mesmo que seja inesperado. Mesmo que seja drástico – como foi o azul, longe de qualquer subtileza. Arriscar faz bem ao sorriso e à pele e à confiança. E, sejamos sinceras: é só cabelo. E é um cabelo bem bonito.

VM

Photo: António Medeiros –  Look total Mango

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It’s an adventure. Even if temporarily, there is nothing that feels so good as taking a risk.

At least we don’t spend the rest of our lives asking: “what if? “. If repentance arrives, at least it comes with a soothing sure that to respond to impulses pays, if nothing more for the break of courage. Yes, even with regard to the hair.

Because the hair is one of the most sensitive points of the feminine look. When we find our cut, our color, our comfort zone, it is difficult to give them up for a stranger who could compromise the entire way we are perceived.

But the fact is… risk is good. It’s good for you. Even if it seems crazy. Even if it is unexpected. Even if it is dramatic – as blue, which is far away from any subtlety. Risk is good for the skin and the smile and the confidence. And  let’s be honest : it’s just hair. And it’s a damn fine hair.

 

 

 

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