O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS

Deixemo-nos de cinismos: o Natal não é um feriado comercial, não é um apelo ao consumo desenfreado e não é um monstro causador de engarrafamentos e multidões em pólos de lojas.

O Natal ainda é magia. E, se deixarmos o sarcasmo de lado, é tão fácil perceber isso. As ruas vestem-se a luzes e os corações a esperança, os olhos brilham de antecipação e a noite de 24 respira amor. Não há muitos dias assim – é um facto que deveriam ser todos; é um facto que a felicidade não tem data no calendário. Mas se é preciso que o mundo se pinte a vermelho e branco para nos lembrarmos do tesouro que é viver, que seja.

Não falamos de clichés. Falamos do calor de um abraço e da incapacidade de avaliar monetariamente um sorriso, falamos das promessas à lareira e dos brindes à mesa, falamos das tradições tão fáceis de cumprir. Falamos de nós, do quão bom é perceber que precisamos de tão pouco para ser.

Irina Chitas 

_____________

Let us cut of all cynicism: Christmas is not a commercial holiday, it is not a call for unbridled consumption and it is not a cause of traffic jams and monster crowds in shopping centers .

Christmas is still magic. And, if we put sarcasm aside , it’s so easy to see it. The streets dress in lights and hearts dress in hope, the eyes shine with anticipation and the night of the 24th breathes of love. There are not many days like this – it is a fact that this shoul extend to the entire year; it is a fact that happiness has no date on the calendar. But if we need the world to be painted in red and white to remind us of the treasure that life is, whatever.

We do not speak of clichés. We speak of the warmth of a hug and the inability to monetarily evaluate a smile, we speak of the promises by the fire and the cheers on the table, we talk about the small traditions so easy to meet. We speak of us, of how good it is to realize that we need so little to be.

Share on Facebook0Tweet about this on TwitterShare on Google+0Pin on Pinterest0Share on Reddit0Share on Tumblr0