OMNIPRESENÇA

 Não há estação para o nude. Mas há explicação.

 
Seja pelo aconchego dos tons nus, pelas texturas que se despem de cor ou pela suavidade visual, o nude transporta-se do inverno para a primavera, do verão para o outono. É uma omnipresença potente, refrescante e necessária, que conforta pela constante e diferencia pela sofisticação. É clara, é forte, é pura. É um abraço ao estilo e um raio de luz quando os dias se acinzentam; é a esperança ao fundo do túnel quando o humor só pede negro. 
 
Reveste-se em sobretudos de lã e em saias de neoprene, aligeiriza-se nas sedas e completa-se nas malhas. E se procurávamos uma cor que se tornasse na nossa melhor amiga, não precisamos de ir mais longe.
Text: Irina Chitas Photos: “arquivo de imagens”
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